Jornalista Mário Sabino, do Metrópoles, diz que a “campanha do medo” de Lula contra Flávio é indecente e nojenta.
10/10/2026 (10hs11m) - O jornalista Mário Sabino, do Metrópoles, fez duras críticas ao que chamou de “campanha do medo” de Lula e do PT contra Flávio Bolsonaro. Em seu texto, classificou a estratégia como “uma indecência, uma nojeira, uma vergonha” e acusou a esquerda de recorrer à desinformação para conquistar votos no segundo turno.

Segundo Sabino, circulam alegações falsas de que Flávio, caso eleito, cancelaria programas sociais, retiraria o direito de voto das mulheres, perseguiria homossexuais, extinguiria o 13º salário, congelaria aposentadorias e imporia uma jornada de trabalho de 16 horas.
O jornalista também citou a afirmação, que classificou como mentirosa, de que o candidato retiraria de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
Na avaliação do colunista, essas mensagens buscam provocar medo, especialmente entre eleitores mais velhos e de baixa renda que não votaram no primeiro turno, grupo que ele considera decisivo para a estratégia petista.
Sabino ainda criticou uma historiadora, professora da USP e integrante da Academia Brasileira de Letras, não identificada nominalmente no trecho. Segundo o relato, ela publicou um vídeo afirmando que Flávio acabaria com o Pix “a mando do Trump” e incentivando as pessoas a utilizarem o sistema antes disso.
Para o jornalista, o episódio exemplifica a participação de apoiadores conhecidos de Lula na disseminação de informações que ele denuncia como falsas.












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