COVID causa baixas na Segurança Pública em Goiás com mortes e afastamentos
A Segurança Pública de Goiás tem sido uma das áreas mais afetadas pela pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2). Em meio a mais de 50 mil casos da doença no Estado, policiais militares, civis, técnico-científicos, penais e bombeiros, que já sofrem com efetivos abaixo do ideal, têm que lidar com o afastamento de, até nesta quinta-feira (24), 355 colegas de trabalho infectados ou com suspeita de infecção pela doença. Famílias goianas tiveram que se despedir e estão tendo que enfrentar a perda dos 12 profissionais da área, sete deles ainda em atividade, quatro aposentados e um afastado, que perderam a vida depois de serem afetados pela Covid-19.
A Polícia Militar e os Bombeiros foram as corporações que mais tiveram perdas.
apesar da realização de testagem em massa por parte da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros e da distribuição de máscaras e kits com Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), os policiais e bombeiros estão cada vez mais sobrecarregados.
Associações e sindicatos representantes dos policiais civis, técnico-científicos e penais também se preocupam com o aumento dos afastamentos e acúmulo de trabalho.
SEM CONTRATAÇÕES
Em nota, a Secretaria de Estado da Economia de Goiás, informou que
existe um impedimento jurídico, que se dá por uma limitação na Lei de Responsabilidade Fiscal, que não permite a contratação de mais profissionais, pelo fato de Goiás se encontrar em situação de calamidade pública.
O Popular













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