Vereador de Rialma pede desculpas a Moraes após dizer que ministro era o “cara do Comando vermelho” e do “PCC”
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05/03/2026 (13hs17m) - O vereador Carlinhos (MDB), Rialma, pediu desculpas ao Ministro Alexandre de Moraes, após fazer acusações.

ÍNTEGRA - “No dia 02/03/26, movido por forte indignação cívica e por espírito público, acabei me excedendo em algumas manifestações.
Por essa razão, venho, de forma expressa e responsável, fazer esta retratação”
Em uma democracia, é legítimo criticar decisões judiciais, a duração excessiva de inquéritos, a adoção de medidas de ofício, bem como expressar inquietação ou inconformismo na sociedade. O debate público livre e firme faz parte da vida republicana.
Entretanto, a crítica institucional não autoriza imputações pessoais sem prova. Fui induzido por informações falsas que circularam publicamente e, com base nelas, fiz referências indevidas ao ministro Alexandre de Moraes, que não podem ser mantidas sem lastro probatório sério e idôneo.
Por isso, retiro expressamente toda e qualquer afirmação, insinuação ou associação pessoal que tenha ultrapassado os limites da crítica republicana, especialmente qualquer fala que tenha sugerido vínculo do referido ministro com organizações criminosas ou atuação profissional indevidamente atribuída, sem prova segura.
Faço essa retratação com clareza, porque a responsabilidade com a palavra pública exige coragem não apenas para criticar, mas também para corrigir.
Isso, contudo, não elimina o direito de questionar, no plano institucional e jurídico, temas que seguem sendo objeto de legítimo debate nacional, como a extensão de inquéritos, os limites das decisões judiciais de ofício, a proporcionalidade de medidas excepcionais e a necessidade de permanente observância das garantias constitucionais.
Retrato-me, portanto, das imputações pessoais indevidas e sem prova, mantendo, no entanto, o meu compromisso com a crítica institucional séria, respeitosa e fundada na Constituição, na legalidade e no Estado de Direito.
Retrato-me, portanto, das imputações pessoais indevidas e sem prova, mantendo, no entanto, o meu compromisso com a crítica institucional séria, respeitosa e fundada na Constituição, na legalidade e no Estado de Direito.
A República exige firmeza, mas também exige responsabilidade. E é em nome dessa responsabilidade que hoje corrijo publicamente o que não devia ter sido afirmado.











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