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Professora é mantida em cárcere e tem cabelo cortado à força pelo companheiro em Goianésia

  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

19/08/2026 (08hs24m) - Um homem foi preso em Goianésia, na região central de Goiás, suspeito de manter a companheira, uma professora, em cárcere privado, agredi-la, ameaçá-la de morte e cortar o cabelo dela à força com uma tesoura. Segundo a Polícia Militar, o agressor ainda gravou a violência com o celular e, depois, fugiu levando a motocicleta e dois telefones da vítima.

O caso aconteceu no último domingo (16). De acordo com o cabo Iago Vieira, da Polícia Militar, a mulher precisou ser hospitalizada por causa das agressões. A prisão do suspeito ocorreu na noite de terça-feira (18), quando ele foi localizado com a motocicleta e os celulares que pertenciam à vítima.


Segundo a PM, a mulher contou que vinha sofrendo agressões recorrentes e graves ameaças de morte ao longo do relacionamento. Durante o último episódio, o homem teria usado uma tesoura para cortar o cabelo dela contra a vontade e registrado a ação em vídeo, em uma tentativa de humilhá-la.


Além das agressões, o suspeito teria mantido a companheira presa dentro da própria residência. Depois de fugir do local, ainda segundo o relato policial, ele passou a ameaçar colegas de trabalho da vítima.


A mulher trabalha como professora em uma creche do município de Vila Propício. Conforme o cabo Iago Vieira, durante a fuga o homem fez diversas ameaças contra os colegas dela e chegou a dizer que invadiria o local.


“Durante a fuga, ele proferiu diversas ameaças contra colegas de trabalho da vítima, onde ela é professora de uma creche do município. Ele ameaçou invadir a creche e aterrorizou a cidade”, afirmou o policial.


A Polícia Militar mobilizou equipes para localizar o suspeito após o crime. Ele foi encontrado na noite seguinte e detido com a motocicleta e os dois celulares levados da vítima.


O homem foi encaminhado para as autoridades responsáveis e deverá responder pelos crimes relacionados à violência doméstica, incluindo cárcere privado, ameaça e lesão corporal. O caso será investigado pela Polícia Civil.

 
 
 

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