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Prefeito critica cachês de R$ 1 milhão de cantores e reacende debate sobre gastos públicos com shows

  • há 4 dias
  • 1 min de leitura

23/03/2026 (19hs45m) - O prefeito de Belo Jardim (PE), Gilvandro Estrela, causou repercussão ao criticar publicamente os altos cachês cobrados por artistas para apresentações em eventos promovidos por prefeituras.

A declaração foi feita na terça-feira, 17 de março, durante reunião da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), em meio ao debate sobre a definição de um teto para contratação de atrações artísticas no estado.


Durante a fala, o gestor defendeu que os recursos públicos devem ser priorizados em áreas consideradas essenciais para a população, em vez de serem destinados a contratações milionárias para festas. Em tom duro, Gilvandro disparou: “Banda cara na minha cidade não toca. Vá tocar no inferno!”, frase que rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais.


A declaração ocorreu no mesmo contexto em que prefeitos pernambucanos aprovaram um teto de R$ 350 mil para cachês de artistas em eventos públicos em 2026. Segundo a Amupe, o valor tem caráter orientativo e foi definido após consulta com gestores municipais, como forma de tentar frear a escalada dos custos sem retirar a autonomia das administrações.


O episódio reacendeu o debate sobre o uso do dinheiro público em shows e festividades, tema que costuma dividir opiniões entre defensores do investimento em cultura e aqueles que cobram maior foco em saúde, infraestrutura e serviços básicos. Em Belo Jardim, Gilvandro Estrela está em seu novo mandato à frente da prefeitura.

 
 
 

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