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Polícia prende em Carmo do Rio Verde, pai que abusou sexualmente da filha de 10 anos

15/12/2021 (08hs21m) - Um pai de 48 anos está preso suspeito de estuprar a filha, de 10, em Carmo do Rio Verde, na região central de Goiás. De acordo com a Polícia Civil, a menina contou sobre o abuso para a mãe, que denunciou o crime ao Conselho Tutelar. Estima-se que os abusos acontençam há seis meses. A prisão temporária do homem aconteceu na última sexta-feira (11).


O delegado do caso, Matheus Costa Melo, explicou que o pai e a mãe da criança se separaram há seis meses. Desde então, os filhos do casal ficaram aos cuidados do pai. A polícia acredita que foi mais ou menos nessa época que o abuso começou.


Assim que a menina relatou o estupro à mãe, a mulher acionou o Conselho Tutelar, que por sua vez entrou em contato com a Polícia Civil. Os policiais submeteram a criança a tratamento psicológico e exame pericial.

Durante as entrevistas com psicólogos, a vítima confirmou ter sido abusada pelo pai. Além disso, o resultado dos exames periciais confirmaram que houve conjunção carnal forçada. “Ela não diz quantas vezes sofreu estupro, mas o abuso já acontecia há seis meses, desde a separação dos pais. A tese é confirmada por laudo pericial”, afirma o delegado.

Outros filhos

Além da menina de 10 anos, o casal teve mais três outros filhos. Todos são menores de idade. À reportagem, o delegado afirmou que, a princípio, não há evidência de que o homem tenha estuprado os outros filhos. Mas todas as crianças serão acompanhadas para que se descarte a posibilidade.


Segundo a polícia, o pai da menina tem antecedentes por “crimes de menor potencial ofensivo”, mas não especificou quais. O sujeito está detido na Unidade Prisional de Uruana, onde ficará à disposição do Poder Judiciário. Ele deverá responder pelo crime de estupro de vulnerável, cuja pena varia de seis a oito anos de prisão.


Não é um caso isolado

Um levantamento do Ipea, mostrou que 70% das vítimas de estupro no Brasil são crianças e adolescentes. Além disso, 24,1% dos agressores eram os próprios pais ou padrastos e 32,2% amigos ou conhecidos da vítima.





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