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Polícia prende cinco suspeitos da morte de Elton Geraldo em Itaguaru

12/02/2021 (11hs42m) - A Polícia Civil, por intermédio do Grupo de Investigação de Homicídios de Itaberaí, deflagrou, na sexta-feira (12/02), a Operação Imperium, para dar cumprimento a 05 mandados de prisões temporárias e 05 de buscas e apreensões expedidas pelo Poder Judiciário de Itaguaru em decorrência das investigações de um homicídio. O crime aconteceu em Itaguaru, na noite de 24 de janeiro 2021, quando foi morto Elton Geraldo da Silva, 56 anos. Os mandados foram cumpridos simultaneamente em Itaguaru e Uruana. De acordo com a investigação, no ano de 2012, a vítima Elton Geraldo teria assediado uma moça, na época com 17 anos de idade, filha de seu vizinho, mandando a ela mensagens pelo celular dizendo que ela era o “sonho da vida dele”, que “desejava que fosse a mãe de suas filhas”, bem como a abordou na rua por algumas ocasiões dizendo “você está linda demais”. Na época foi lavrado procedimento policial na DP de Itaguaru e remetido ao Poder Judiciário. Entretanto, o pai dessa moça passou a nutrir raiva por Elton Geraldo da Silva. Pouco tempo depois, a moça se casou com um conhecido empresário da cidade, o qual tomou conhecimento dos fatos praticados por Elton. O GIH de Itaberaí apurou que, em 24 de janeiro de 2021, a moça, seu marido e um segurança do estabelecimento comercial foram até a residência de outro investigado, ocasião em que esse segurança pediu a essa terceira pessoa que lhe entregasse uma arma, alegando que naquela noite mataria um pedófilo. Já em poder da arma, o segurança e o casal foram até a área do depósito do estabelecimento, onde o segurança pegou uma moto e foi até a casa da vítima, matando-a na calçada. A informação do local onde a vítima estava foi passada pelo pai da moça, vizinho de Elton, ao seu genro que, por sua vez, informou ao executor do crime.


Os envolvidos foram presos e indiciados, na medida de suas culpabilidades, pelo homicídio duplamente qualificado pelo motivo fútil e pelo emprego de recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Caso condenados, podem pegar de 12 a 30 anos de reclusão. O caso foi solucionado 18 dias após os fatos.



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