• Folha de Jaraguá

Polícia Civil prende Felipe Gabriel que atirou e  matou dono de farmácia em Goiânia

29/06/2022 (19hs30m) - Foi preso nesta quarta-feira (29), em Aparecida de Goiânia, Felipe Gabriel Jardim Gonçalves, de 26 anos, suspeito de matar a tiros dentro uma farmácia de Goiânia o policial civil aposentado João do Rosário Leão, de 63 anos. O homem era ex-namorado de uma das filhas da vítima, Kennia Yanka.


Mais de 20 policiais estavam mobilizados na procura pelo suspeito. A família da vítima chegou a oferecer recompensa de R$ 10 mil por informações de Felipe.


O crime ocorreu na manhã da última segunda-feira (27) em uma farmácia localizada na avenida T-4, no setor Bueno, em Goiânia. Imagens de câmeras de segurança mostraram quando Felipe Gabriel se aproximou do balcão e disparou contra João do Rosário Leão.

A vítima chegou a ser socorrida e levada em estado grave para o Hospital Estadual de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (Hugo), mas não resistiu aos ferimentos.


Na tarde desta terça-feira (27), o advogado de Felipe, Júlio de Brito, foi até a Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH) e perguntou se o suspeito poderia se entregar em uma delegacia do interior. "Ele não quer se esconder, quer responder à Justiça. Mas não quer correr riscos e está se sentindo ameaçado”, afirmou em entrevista à imprensa na ocasião.


INVESTIGAÇÃO

A polícia suspeita que Felipe tenha tido acesso às informações do boletim de ocorrência registrado pelo ex-sogro, pois ele ligou para a ex-namorada e disse que mataria o pai dela porque ele havia acabado com a vida dele. Após cometer o crime, o suspeito ainda retornou a ligação para a ex-namorada, que tentava avisar o pai, para dizer que também iria atrás dela.


A PC vai investigar como o suspeito teve acesso tão rápido às informações que haviam sido registradas na ocorrência. Felipe Gabriel possui três processos contra ele no sistema judiciário goiano. Todos eles são relacionados à ameaças e crimes contra a mulher. 


O homem de 26 anos que foi até a farmácia onde João do Rosário estava trabalhando é réu em um processo por ameaça, que foi registrado na comarca de Aruanã em novembro de 2020. Em janeiro de 2021, uma mulher em Goiânia conseguiu medidas protetivas contra ele baseadas na Lei Maria da Penha.


O processo que consta o suspeito como réu também foi registrado em Goiânia e consta que o homem responde judicialmente por crimes contra a fé pública, supressão de documentos, crimes contra a liberdade pessoal, ameaça e violência doméstica contra a mulher.



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