top of page

Pastor afirma que participantes do desfile da Acadêmicos de Niterói “terão câncer na garganta”

  • 25 de fev.
  • 2 min de leitura

20/02/2026 (09hs05m) - O pastor Elias Cardoso, da Assembleia de Deus de Perus, gerou forte repercussão nacional após declarar, durante um culto na segunda-feira (17), que os envolvidos no desfile da Acadêmicos de Niterói “terão câncer na garganta”.

A fala ocorreu um dia após a escola levar para a Marquês de Sapucaí uma ala chamada “neoconservadores em conserva”, com fantasias que representavam famílias religiosas dentro de latas — crítica que irritou setores conservadores e lideranças evangélicas.


O desfile, que também homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, rapidamente se tornou alvo de polêmicas nas redes sociais. Grupos religiosos e representantes da direita acusaram a escola de zombaria e desrespeito à fé cristã.


Para responder à crítica, apoiadores conservadores passaram a publicar imagens geradas por inteligência artificial colocando suas próprias famílias dentro de latas, como forma de ironizar a narrativa apresentada no desfile.


Entre as figuras que reagiram, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que o desfile expôs “a fé cristã ao escárnio” e disse que a laicidade do Estado não autoriza humilhação religiosa. Ela cobrou uma posição da Frente Parlamentar Evangélica.


O presidente da bancada, deputado federal Gilberto Nascimento, classificou as fantasias como “inadmissíveis” e afirmou que o desfile tratou conservadores como inimigos.


Na mesma linha, o deputado Nikolas Ferreira declarou que os evangélicos “precisam se lembrar do episódio na hora de votar”, relacionando o caso às eleições de 2026.


A reação se ampliou também entre presidenciáveis. O senador Flávio Bolsonaro chamou o episódio de “ataque à fé de milhões de brasileiros”, enquanto o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, acusou a escola de “preconceito religioso”.


A senadora Damares Alves também se manifestou, afirmando que “usar verba pública para ridicularizar a igreja evangélica é inadmissível”.


O episódio ampliou o clima de tensão entre lideranças religiosas, setores conservadores e artistas do carnaval, reacendendo discussões sobre liberdade artística, respeito às crenças e o limite entre crítica social e ofensa religiosa. A Polícia Civil do Rio de Janeiro não recebeu, até o momento, registros formais de queixas envolvendo o caso, mas parlamentares afirmam que estudam medidas judiciais.


Se quiser, posso preparar versão curta para Instagram, headline alternativa, carrossel com 10 cards ou uma análise dos impactos políticos da fala do pastor.

 
 
 

Comentários


PATROCÍNIOS
  • Facebook Social Icon
  • Twitter Social Icon
  • YouTube Social  Icon
  • Instagram Social Icon
ACIJ.png
laclin.JPG
midia-top-2022.gif
radar novembro 2020.gif
bottom of page