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Nikolas Ferreira cobra artistas quando a fé cristã é atacada fora do período eleitoral

há 14 minutos
2 min de leitura

13/10/2026 (13hs4) - O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou um vídeo em que acusa o Partido dos Trabalhadores (PT) de explorar a religião para obter vantagens eleitorais. Na gravação, o parlamentar reúne episódios envolvendo representações de Jesus, símbolos católicos e manifestações culturais para questionar o posicionamento de artistas que passaram a defender pautas cristãs durante a campanha eleitoral.

Entre os episódios citados estão o especial de Natal do grupo Porta dos Fundos lançado pela Netflix, que retratou Jesus como homossexual, e um desfile da escola de samba Gaviões da Fiel que, segundo o parlamentar, apresentou Jesus sendo derrotado por Lúcifer. Nikolas também mencionou casos de ataques a imagens religiosas, manifestações em igrejas e o uso de símbolos católicos em campanhas ligadas à Parada LGBT.


O deputado ainda criticou o desfile da Acadêmicos de Niterói que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e fez referências à família brasileira. Ao longo do vídeo, ele questionou a ausência de manifestações públicas de artistas diante dos episódios que considera ofensivos à fé cristã.


Nikolas também direcionou críticas a políticos de esquerda e afirmou que parte dos que se apresentam como defensores do cristianismo não seguiria os princípios da religião. “Sempre nos colocaram como caretas por defender nossos princípios e valores”, declarou.


Em outro trecho, o parlamentar afirmou que cristãos devem ter participação ativa nas decisões políticas, embora tenha ressaltado que nenhum político ou eleição pode substituir a fé religiosa. “Mas se o cristão é cidadão na hora de pagar o imposto, nós também somos cidadãos na hora de declarar o nosso voto”, disse.


Ao final, Nikolas voltou a acusar adversários políticos de recorrerem à religião por conveniência eleitoral e ironizou a atuação dos artistas. A gravação reúne críticas políticas e religiosas, sem apresentar respostas dos grupos e pessoas citados às acusações feitas pelo deputado.

 
 
 

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