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Jornalista americano vaza mensagens ilegais de grupo do gabinete de Moraes

  • Foto do escritor: Folha de Jaraguá
    Folha de Jaraguá
  • 7 de ago.
  • 1 min de leitura

05/08/2025 (10hs31m) - Uma investigação inédita publicada pela organização Civilization Works expõe como o Supremo Tribunal Federal (STF) criou uma força-tarefa secreta e ilegal para monitorar postagens nas redes sociais, usando-as como justificativa para prisões e processos contra manifestantes do 8 de janeiro de 2023. O relatório mostra que o tribunal, presidido pelo ministro Alexandre de Moraes, usou essas informações para inflar acusações de tentativa de golpe e legitimar ações contra opositores políticos, numa manobra que contradiz as alegações oficiais de isenção judicial.


Ao analisar documentos internos, mensagens privadas e relatos inéditos, a investigação revela que muitos manifestantes não violentos foram detidos por simples críticas ao governo Lula ou por manifestações políticas nas redes, sem qualquer ato criminoso comprovado. Além disso, demonstra como a Justiça ignorou prazos legais, violando direitos fundamentais em nome de uma suposta defesa da democracia.


COMO FUNCIONOU:

Kusahara, transmitindo ordens de Moraes, comandou o grupo com rigor autoritário, exigindo rapidez e volume.

Autoridades do STF e do TSE participaram, incluindo Eduardo Tagliaferro, chefe da unidade antidesinformação do

TSE.

A força-tarefa seguiu um processo de três etapas:

- Primeiro, receberam listas de detentos da Polícia Federal

- Em seguida, consultaram ilegalmente o banco de dados biométricos do TSE, o GestBio, para identificar manifestantes

- Usando os dados para encontrar contas de redes sociais, a equipe produziu "relatórios" que classificavam cada detento como positivo (aqueles que permaneceriam presos) ou negativo (aqueles que teriam a chance de sair em liberdade).

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