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Integrante de quadrilha do “Novo Cangaço” morre em confronto com a PM em Goianésia

  • há 6 horas
  • 2 min de leitura

09/05/2026 (08hs52m) / Um homem suspeito de integrar uma quadrilha ligada ao chamado “Novo Cangaço” morreu após troca de tiros com equipes da Força Tática do 23º BPM, no início da noite desta sexta-feira (8), em Goianésia.

O confronto aconteceu na Rua Ilídio Marçal da Silva, no Residencial Ipês, região norte da cidade. Segundo informações apuradas pela reportagem, os policiais realizavam uma ação após trabalho de inteligência quando localizaram o suspeito. Durante a abordagem, ele teria reagido e tentado atentar contra a vida dos militares, que revidaram.


O homem foi baleado, socorrido e encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Goianésia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu antes de chegar à unidade.


Embora a identidade oficial não tenha sido divulgada pela polícia, informações obtidas pela reportagem do Portal Meganésia apontam que o suspeito seria Welles Desidério de Sousa, investigado anteriormente por suposta participação em uma organização criminosa especializada em roubos a bancos, ataques a carros-fortes e ações violentas em Goiás.


Até o momento, não há confirmação sobre o que ele fazia em Goianésia. A localização do suspeito teria sido possível após levantamento do serviço de inteligência.


O grupo criminoso ao qual o homem estaria ligado ganhou notoriedade entre os anos de 2015 e 2016, período marcado por ataques de grande impacto em cidades do interior goiano. As investigações apontavam um modo de operação característico, com ações noturnas, uso de armamento pesado, explosivos e até reféns como escudo humano.


Em diversas ocorrências, criminosos cercavam cidades inteiras, efetuavam disparos contra quartéis e prédios públicos e espalhavam terror entre moradores durante ataques a instituições financeiras.


Entre os crimes atribuídos à organização estão explosões de agências bancárias em cidades como Mara Rosa, Cavalcante e Santa Terezinha de Goiás, além de ataques a carros-fortes no Norte do estado. O grupo também foi investigado pelo roubo de explosivos em uma mineradora de Barro Alto e por um latrocínio registrado durante ação criminosa em São Miguel do Araguaia.


Decisões judiciais da época resultaram na condenação de integrantes da quadrilha por crimes como associação criminosa, roubo qualificado, uso de explosivos e restrição de liberdade das vítimas.

 
 
 

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