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EUA criticam prisão domiciliar de Bolsonaro e vão responsabilizar cúmplices de Moraes

  • Foto do escritor: Folha de Jaraguá
    Folha de Jaraguá
  • 5 de ago.
  • 1 min de leitura

04/08/2025 (23hs19m) - O governo dos Estados Unidos se manifestou nesta segunda-feira (4) contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em nota divulgada pelo Departamento de Estado norte-americano, os EUA classificaram a decisão como uma violação de direitos democráticos e prometeram responsabilizar todos os que colaborarem ou facilitarem a medida.


O comunicado, publicado pelo Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental, afirma que a medida imposta pelo Supremo restringe indevidamente o direito de defesa de Bolsonaro, o impedindo de se manifestar publicamente. A nota também faz críticas diretas ao ministro Alexandre de Moraes, a quem o governo norte-americano já sancionou com base na Lei Magnitsky, por supostas violações de direitos humanos.


“Impor ainda mais restrições à capacidade de Bolsonaro de se defender publicamente não é um serviço público. Deixem Bolsonaro falar”, diz o texto.


A resposta norte-americana ocorre em meio ao aumento da tensão diplomática entre os dois países. A prisão de Bolsonaro gerou reações de aliados internacionais do ex-presidente e aprofundou a crise institucional envolvendo o STF, que já vinha sendo alvo de críticas de setores conservadores dos Estados Unidos.

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