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Defesa de Bolsonaro pede ao STF autorização para padre de Pirenópolis visitá-lo na prisão

  • 30 de jan.
  • 1 min de leitura

29/01/2026 (19hs20m) - Os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-SP) solicitaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para que ele possa receber visitas religiosas na prisão. Além do pastor Thiago Manzoni e do bispo Robson Rodovalho, já mencionados anteriormente pela defesa, o pedido inclui também a assistência espiritual de um padre que atua na Igreja Matriz de Pirenópolis (GO).

Trata-se do padre Paulo Marcelo Jordão da Silva, de 47 anos, membro da Diocese de Anápolis. Ele é bacharel em Teologia pela Faculdade Católica de Anápolis e possui 11 anos de dedicação ao sacerdócio.


Em nota ao jornal O Globo, a Diocese informou que o sacerdote é “conhecido do casal Jair Messias Bolsonaro e Michelle Bolsonaro”.


Nas redes sociais, o religioso se descreve como arquiteto, urbanista, filósofo e teólogo. Em seu perfil no Instagram, destaca a frase de Dostoiévski: “A beleza salvará o mundo”, referência à visão cristã e espiritual do escritor russo.


Em 2020, o padre coordenou uma vaquinha virtual para concluir a primeira etapa da construção da Capela Nossa Senhora Rosa Mística, em Anápolis. A campanha pretendia arrecadar R$ 150 mil, mas alcançou apenas R$ 1 mil.

 
 
 

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