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Cuba? Não! Filho de Lula, Lulinha muda para Madri e só volta ao Brasil após 2026

  • Foto do escritor: Folha de Jaraguá
    Folha de Jaraguá
  • 29 de jul.
  • 2 min de leitura

23/07/2025 (09hs47m) - De acordo com o Jornal Metrópoles, Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, filho número 1 do presidente Lula, mudou-se para Madri, capital da Espanha. A coluna apurou que ele só volta ao Brasil após o fim do atual mandato do pai.


Lulinha, como é conhecido, ficará dois anos na capital espanhola. Madri é a segunda cidade mais populosa da Europa, atrás apenas de Berlim, na Alemanha, e um dos maiores centros econômicos do continente.


A coluna procurou Lulinha por e-mail, na tarde desta terça (22). Ainda não houve resposta. O espaço segue aberto. Apesar de ser graduado em biologia, Lulinha tem empresas na área de tecnologia. Protagonizou escândalos durante o primeiro governo do seu pai (2003–2006).


Um ano antes de Lula assumir seu primeiro mandato, Lulinha era estagiário num zoológico. No ano seguinte, 2003, tornou-se empresário do ramo de jogos e entretenimento.


O salto financeiro ocorreu em 2004, após com um aporte de R$ 5 milhões na Gamecorp pela Oi – empresa que havia sido beneficiada pelo governo do petista.


Em dezembro de 2019, o Ministério Público Federal denunciou Lulinha e outras 10 pessoas por suposto recebimento de vantagens indevidas da Oi/Telemar, entre 2004 e 2016.


Segundo os procuradores, o grupo teria recebido aportes milionários por meio de contratos fictícios. Num dos contratos, a Oi teria pago R$ 27 milhões em um projeto chamado “Portal da Bíblia”, entre 2009 e 2013. Na época, Lula definiu o filho como o “Ronaldinho dos negócios”.


O aporte da Oi para a empresa de Lulinha foi investigado pela Operação Lava Jato. Os processos foram todos arquivados.


Tour por ministérios em Brasília

No atual mandato do pai, Lulinha frequentou ministérios em Brasília. Entre eles, o da Educação. Na volta para casa, pegava carona em aviões da FAB – o último desses voos a ser noticiado pelo Metrópoles foi no fim de 2024.


Lulinha estava acompanhado dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Simone Tebet (Planejamento e Orçamento) e Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovação).


A princípio, não há irregularidades na carona, uma vez que as autoridades podem destinar os assentos vagos para qualquer pessoa, mesmo sem cargo público.


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