top of page

Arrecadação de impostos do governo Lula em janeiro 2026, atinge R$ 325,8 bi e bate recorde

  • há 12 horas
  • 3 min de leitura

25/02/2036 (09hs16m) - A arrecadação federal do governo Lula atingiu R$ 325,8 bilhões em janeiro de 2026, um recorde histórico para o mês e o maior resultado mensal desde 2011, já considerando a inflação. O valor representa alta real de 3,56% em relação a janeiro de 2025.

O crescimento foi impulsionado pelo forte desempenho do IRRF sobre rendimentos de capital (+32,56%), pela Receita Previdenciária (+5,48%) e por fatores como maior massa salarial (+3,89%), alta no Simples Nacional (+7,46%) e elevação das compensações tributárias (+17,02%).


O IOF arrecadou R$ 8 bilhões, com salto de 49%, influenciado por operações de câmbio, crédito e mudanças na legislação. Já PIS/Pasep e Cofins somaram R$ 56 bilhões, alta real de 4,35%, puxadas por crescimento nas vendas e no setor de serviços.


O resultado ocorre após o Congresso aprovar, no fim de 2025, aumento das alíquotas para fintechs, bets e JCP, além da redução de 10% nos benefícios fiscais.



Governo brasileiro teve em janeiro um recorde de arrecadação para este mês, que atingiu R$ 325,751 bilhões, crescimento de 3,56% ante mesmo período de 2025, informou hoje a Receita Federal. Foi também o maior resultado mensal desde 2011, mesmo comparado a outros meses, já levando em conta a inflação.


O que aconteceu


Arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 325,751 bilhões em janeiro. Segundo informou a Receita Federal hoje, o montante cresceu 3,56% na comparação com o mesmo mês de 2025, descontada a inflação do período.

Valor foi recorde para meses de janeiro da série histórica iniciada em 1995. Foi também o maior resultado mensal desde 2011, mesmo comparado a outros meses, já levando em conta a inflação. Segundo a Receita, entre os principais fatores positivos, o crescimento de 32,56% do IRRF-Rendimentos do Capital, que teve uma arrecadação de R$ 14,683 bilhões. A Receita Previdenciária também foi destaque com uma arrecadação de R$ 63,459 bilhões, representando crescimento real de 5,48%.


Aumento da renda ajudou arrecadação. O desempenho da arrecadação foi alimentado pelo crescimento de real de 3,89% na massa salarial, pelo aumento de 7,46% na arrecadação do Simples Nacional e pelo aumento de 17,02% no montante das compensações tributárias, apontou a Receita.


IOF também ajudou governo a arrecadar mais. O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) apresentou uma arrecadação de R$ 8,009 bilhões, com acréscimo real de 49,05%. Segundo a Receita, esse resultado decorreu, principalmente, das operações de câmbio relativas à saída de moeda estrangeira, das operações de crédito e relativas a títulos e valores mobiliários, decorrentes de alterações na legislação do tributo.


PIS/Pasep e Cofins apresentaram arrecadação conjunta de R$ 56,005 bilhões, com acréscimo real de 4,35%. Esse desempenho pode ser explicado pelo aumento de 2,84% no volume de vendas (PMC-IBGE) e de 3,45% no volume de serviços (PMS-IBGE) entre dezembro de 2025 e dezembro de 2024.


No fim do ano passado, o Congresso aprovou aumentos nas alíquotas de fintechs e bets e de JCP, junto com um projeto que reduz os benefícios fiscais em 10%. O texto eleva a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) incidente sobre fintechs de maneira escalonada. A alíquota subiria de 9% atualmente para 12%, nível em que ficaria até o fim de 2027, antes de se acomodar em 15% a partir de 2028. Os bancos pagam 20% de CSLL, mas o imposto efetivo sobre financeiras não bancárias tende a ser maior, em parte por conta a rentabilidade mais alta.

 
 
 
PATROCÍNIOS
  • Facebook Social Icon
  • Twitter Social Icon
  • YouTube Social  Icon
  • Instagram Social Icon
ACIJ.png
laclin.JPG
midia-top-2022.gif
radar novembro 2020.gif
bottom of page