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Após prisão de Bolsonaro, governo Trump deverá sancionar esposa de Moraes com Lei Magnitsky

  • Foto do escritor: Folha de Jaraguá
    Folha de Jaraguá
  • 7 de ago.
  • 1 min de leitura

06/08/2025 (14hs33m) - De acordo com o jornal Metrópoles, Após o ministro Alexandre de Moraes (STF) determinar a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avança para aplicar sanções à esposa do magistrado, a advogada Viviane Barci de Moraes.


Nesta terça-feira (5/8), a Casa Branca passou a discutir um conjunto de medidas em resposta à prisão de Bolsonaro.


Entre elas, a ampliação do tarifaço ao Brasil, a aplicação da Lei Magnitsky a mais integrantes do Supremo e a suspensão do visto de juízes auxiliares da Corte, de autoridades da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República, e de políticos com atuação no STF.


Até o momento, as restrições a Viviane Barci de Moraes são a medida mais concreta em análise. Washington entende que sancionar a advogada seria uma "extensão" das medidas que já afetam Alexandre de Moraes por meio da Lei Magnitsky.


Na visão da Casa Branca, a sanção impactará de forma significativa as atividades do escritório Barci de Moraes ao impedir que seja contratado por norte-americanos e pessoas e empresas que tenham negócios com os Estados Unidos.


Ao aplicar a Lei Magnitsky a Alexandre de Moraes, o governo Trump não havia imposto sanções à cônjuge do ministro.

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