• Folha de Jaraguá

TJ suspende liminar que proibia acesso a Serra de Jaraguá e a prática do vôo livre


O vereador Roberto Moreira (PP), líder do governo municipal na câmara, anunciou durante a sessão de terça-feira, 21 de março, que a decisão liminar que proibia a entrada no Parque Estadual Ecológico da Serra de Jaraguá, foi cassada pelo Tribunal de Justiça. A informação foi repassada durante transmissão ao vivo da Folha de Jaraguá, quando o vereador Zé Sabiá (PRB), cobrava esclarecimentos sobre o assunto.

O autor do pedido de suspensão da liminar foi a Procuradoria Geral do Estado, a mesma que analisa há quase dois anos o pedido de licença para o uso do Parque Estadual, pelo Goiases Parapente Clube, entidade que organiza o XCerrado, competição internacional de vôo livre e uma das maiores prejudicadas com a decisão judicial e pela indecisão da SECIMA. Com a suspensão da liminar, o Governo do Estado ganha mais tempo para analisar o pedido de liberação.

Apesar dessa notícia, o Presidente da Câmara Municipal, o vereador Werlon Coró (PDT), voltou a cobrar uma posição do Governo de Goiás, sobre o licenciamento para o Goiases Parapente Clube. O vereador disse que esteve reunido com os pilotos de parapente da cidade, que relataram a enorme perda que Jaraguá poderia ter, especialmente no turismo, divulgação gratuita e arrecadação.

O presidente lembrou que acompanhou os pedidos feitos pelos integrantes do Goiases Parapente ao Vice Governador José Eliton, no mês passado quando este visitou Jaraguá. “Nós também cobramos do vice governador, estamos aguardando uma resposta. Nós vereadores vamos somar forças com o Clube de Parapente para uma solução definitiva” frisou.

HISTÓRICO

Em fevereiro, acatando pedido do Ministério Público, a justiça concedeu decisão liminar proibindo a entrada de pessoas no Parque Estadual da Serra de Jaraguá, bem como a realização de eventos, inclusive a decolagem da rampa de parapente.

Na decisão liminar, o juiz afirmou que o acesso ao Parque Ecológico Estadual da Serra de Jaraguá, precisava ser autorizado ou pelo estado ou pelo município. Porém esse controle não existia e estava havendo depredação e a poluição do patrimônio público. RELEIA AQUI.

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