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SINTEGO quer o fim dos contratos temporários nas escolas municipais e a realização de concurso

30/10/2017

Um dos principais debates hoje no Brasil é a questão previdenciária, União, Estados e Municípios, não estão conseguindo honrar seus compromissos, principalmente as prefeituras. Em Jaraguá o déficit nas contas da PREVI local, apareceu de forma mais acentuada a partir de 2009 e nunca mais foi resolvido definitivamente. Atualmente existem atrasos todos os meses, mas a situação já foi pior, com a venda de patrimônio público para regularizar o caixa da PREVI.

 

Desde 2014 o Ministério Público sinalizou que não iria aceitar mais a venda de bens públicos para socorrer a previdência. Na câmara municipal, muitos vereadores também já disseram que são contra a venda de patrimônio. Nesse mês a prefeitura só conseguiu terminar de pagar os aposentados depois dos repasses do dia 20. No último relatório datado de agosto, enviado pelo gestor do fundo de previdência a câmara, a prefeitura já tinha uma dívida em aberto de quase 150 mil reais com a PREVI.

 

Os atrasos no pagamento dos aposentados da educação, preocupa o SINTEGO e levou a presidente Rosária Nogueira a procurar o secretário de finanças, o procurador do município e o responsável pelo fundo de gestão da PREVI. “A situação é bem crítica. O que passaram para nós é de que a previdência não reúne mais as condições de manter (em dia) o pagamento dos salários dos servidores aposentados. Isso é lamentável” pontuou.

 

Rosária Nogueira confirma que o problema vem das gestões anteriores. “Da parte do trabalhador, todos os meses já vem descontado. Então não é possível que esse dinheiro não seja o suficiente para pagar à pessoa na hora que ela se aposenta. Quando você aposenta, já tem uma série de problemas de saúde e daí você não tem dia certo de receber! Caminha para o dia 10, depois dia 13, depois dia 17 e não sabem (porque)? Está ficando uma situação insustentável” criticou.

 

FIM DOS CONTATOS TEMPORÁRIOS

 

A Presidente do SINTEGO, disse que tem discutido com os representantes do poder público, que é preciso acabar com os contratos temporários nas escolas e substituir por pessoas aprovadas em concurso público. “Precisamos efetivar as pessoas, porque através do concurso, o servidor vai contribuir com a previdência e torna-la mais robusta. Os gestores precisam dar uma atenção maior para essa questão. Porque hoje estão naquela de arrumar um empreguinho para as amigas com contratos, que certamente terá repercussão negativa na previdência” concluiu.

 

VÍDEO/ÁUDIO: Rosária Nogueira fala sobre a situação dos aposentados da educação e dos contratos

 

 

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