Ronaldo Caiado rebate ataques de Guilherme Boulos: “É o sicário do governo”
- 25 de mai.
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15/05/2026 (08hs44m) -,O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) rebateu nesta quinta-feira, 14, os ataques feitos pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), durante o programa Bom dia, ministro, do Canal Gov.

Segundo o pré-candidato à Presidência do PSD, Boulos é o “sicário do governo”.
“Bandido não cresce no meu governo, Boulos. Ontem eu gravei um vídeo, mostrando a mentira do presidente Lula em relação ao problema do plano de combate à violência no Brasil. Mas como não tem como me responder, ele mandou o Guilherme Boulos.
Você sabe o que ele é? Ele é o sicário do governo. É aquele que faz o serviço sujo, como fazia a vida toda. Vocês se lembram que ele invadia ali prédios em São Paulo, desvalorizava a região, depois entregava o PCC. Depois ele foi invadir o triplex do Lula e aí realmente o Lula resolveu comprar o passe dele para ele fazer serviço sujo dentro do governo. E aí ele ontem veio dizer: ‘Olha, tem uma empresa que tem contrato com o governo de Goiás e que está envolvida amanhã em poder esquentar dinheiro do narcotráfico’.
Boulos, ela tem contrato com o governo federal, na Petrobras, na Caixa Econômica, no Banco do Brasil, na Embrapa, em tantos outros órgãos, tá certo? Isso é função é do governo federal. Vocês que têm o COAF na mão, vocês é que sabem quem é que tá operando no narcotráfico.
Por que vocês realmente não esclarecem a toda a população brasileira? Pode ter certeza, a hora que eu chegar ao governo, tá certo, eu vou realmente botar o Coaf para funcionar e vou realmente acabar com a bandidagem no Brasil.
E você sabe que a sua função não vai existir na política, porque a sua função é exatamente em outro segmento, é da bandidagem. Essa Caiado não passa a mão na cabeça”, disse Caiado em vídeo publicado nas redes sociais.
Entenda o caso
Na entrevista, Boulos repercutiu a notícia de que o empresário Adair Antônio de Freitas Meira, preso por elo com o PCC, estaria ligado à Fundação Pró-Cerrado, uma entidade que mantém contratos de 141,5 milhões de reais com o governo de Goiás.
Segundo o Uol, conversas extraídas de celulares apreendidos pelas polícias de São Paulo e Goiás indicam que Adair Meira atuava como um interlocutor de João Gabriel de Mello Yamawaki.
Preso em 2024, Yamawaki é apontado como operador do banco 4TBank, que pertenceria ao PCC.
Meira é suspeito de usar entidades ligadas a ele para lavar dinheiro para a facção criminosa.
Boulos disse:
“Ô, Caiado. É muita cara de pau ficar dizendo que é o durão no combate ao crime organizado: ‘Em Goiás acabou o crime’. O crime tá dentro do governo. Ele botou 140 milhões de uma fundação que lavou dinheiro pro crime organizado.











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