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PSol vai ao Supremo para pedir prisão preventiva de Bolsonaro

02/01/2023 (12hs53m) - A bancada do PSol protocolou nesta segunda-feira (2/1), no Supremo Tribunal Federal (STF), petição em que pede a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No documento, o partido defende que o pedido de prisão é legal pois, na condição de ex-presidente, além de perder a prerrogativa de foro, Bolsonaro também perde a chamada imunidade penal temporária.


É solicitada anexação ao inquérito dos atos antidemocráticos fatos ocorridos em dezembro em Brasília e os bloqueios em estradas do país.


O PSol pede também a quebra de sigilo telefônico e telemático e busca e apreensão de provas “para evitar qualquer tipo de destruição ou ocultamento”.



“Jair Bolsonaro precisa ser responsabilizado. Ele precisa ser responsabilizado pelo mal que fez ao Brasil. Agora é preciso que o principal líder, que não é mais presidente da República, também seja enquadrado”, disse a líder da bancada, deputada Sâmia Bomfim (SP).


A petição é assinada por toda a bancada atual do PSol e pelos deputados federais que tomam posse em fevereiro — Áurea Carolina, Célia Xacriabá, Chico Alencar, Érika Hilton, Fernanda Melchionna, Glauber Braga, Guilherme Boulos, Ivan Valente, Luciene Cavalcante, Luiza Erundina, Pastor Henrique Vieira, Sâmia Bomfim, Talíria Petrone, Tarcísio Motta e Vivi Reis — além do presidente nacional do PSol, Juliano Medeiros.


A conduta do ex-mandatário da República no pleito de 2022 é contestada por partidos, ex-candidatos e coligações em pelo menos 16 Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes).


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