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Morador de São Francisco de Goiás participa do Caldeirão do Huck

Um goiano de São Francisco de Goiás foi um dos participantes do quadro Gonga la Gonga, do Caldeirão do Huck, onde pessoas comuns demonstram suas habilidades em busca de um prêmio. A participação dele foi gravada no fim de novembro, mas ainda não tem previsão para ir ao ar. João Carlos da Costa, de 46 anos, conta que foi procurado pela produção do programa depois de verem de um vídeo no YouTube onde ele demonstra uma habilidade peculiar. “Eles me acharam pela internet por conta de um vídeo em que eu coloco leite pelo nariz e jogo pelo olho. Lá, foi isso que eu fiz: aguei uma samambaia pelo olho”, conta.


Segundo ele, o convite veio cerca de dez dias antes da gravação. A produção mandou as passagens e providenciou o hotel, onde João ficou por cinco dias. “Achei bom demais. Nunca tinha ido ao Rio de Janeiro. Fui no mar e tudo”, revela. No quadro do programa, participantes exibem habilidades para três jurados famosos em busca de um prêmio em dinheiro. A qualquer momento, porém, um dos integrantes da mesa julgadora pode tocar um gongo, interrompendo a apresentação e eliminando o participante na hora. Os que não são “gongados” são avaliados com base em notas para a definição do vencedor.


João conseguiu escapar do gongo, mas não levou o prêmio. Mesmo assim, ele vê a experiência como muito positiva. “Valeu muito a pena ter ido lá e conhecer tudo que conheci”, diz.


Talento


João demonstra muito orgulho pela sua habilidade. Em entrevista para o Jornal O Popular, ele contou como descobriu o que chama de “talento”. “Quando era criança, brincando com a molecada na fazenda, entrou um capim dentro do meu nariz. No outro dia cedo, o nariz amanheceu empedrado. Tentei tirar e não dava conta. Enfiei a mangueira pelo nariz e liguei. Aí saiu a água pelo olho. Fiquei caladinho. Depois de 15 anos vi uma pessoa fazendo quase igual. Mas no caso dele escorria. No meu, esguicha igual um vidro de perfume. Tentei fazer, e deu certo. Assim que descobri esse talento”, explica.


Ele diz já ter procurado um médico para saber se fazer uso desse “dom” poderia ser prejudicial, mas recebeu a informação de que poderia continuar o usando à vontade. “Para mim é normal como tomar água. É um talento que nasci com ele”, finaliza.


O Popular


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