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Ministério Público recebe denúncia sobre condições das refeições no presídio de Ceres

28/10/2020 - O promotor Marcos Alberto Rios, do Ministério Público de Goiás (MPGO), requereu à diretora da Unidade Prisional de Ceres, Alessandra Marques de Souza, informar sobre a qualidade dos alimentos dos internos. O pedido foi motivado por reclamações sobre possível descumprimento aos direitos dos presos e a direção tem cinco dias para prestar esclarecimentos.


No pedido, o membro do MPGO solicitou, dentre outras coisas, detalhes sobre as medidas administrativas adotadas pela direção para garantir esses direitos. Ele pede pela identificação jurídica da sociedade empresarial responsável pelo fornecimento da comida, além da possível subcontratação de outra empresa para prestar esses serviços. Ele também demandou sobre a qualidade dos alimentos.


Isto, porque a comida, segundo denunciado, seria enviada sem as mínimas condições de salubridade e higiene. De acordo com Marcos Rios, se a denúncia se comprovar, isso pode colocar em risco a vida e a integridade física dos que cumprem pena na comarca.


DGAP

Em nota, a Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP), afirmou que a 7ª Coordenação Regional Prisional da DGAP, a qual pertence a Unidade Prisional Regional de Ceres, já iniciou um procedimento para analisar as reclamações. “Diante do fato comunicado à instituição pelo Ministério Público de Goiás, a direção da Unidade Prisional Regional de Ceres instaurou procedimento para apurar os fatos.”


Além disso, a Gerência de Apoio Administrativo e Logístico da DGAP destacou que a alimentação dos custodiados é produzida por empresas licitadas para a execução do serviço e que o cardápio é supervisionado por nutricionistas.


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