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Mega operação em Goianésia desmantela associação criminosa de tráfico de drogas

25/05/2023 (08hs40m) - A Polícia Civil de Goianésia, através do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (GENARC), realizou uma mega operação visando desmantelar uma associação criminosa de tráfico de drogas que agia em Anápolis, Aparecida de Goiânia, e claro, em Goianésia.


A operação que contou com o apoio da Companhia de Policiamento Especializado (CPE), de Goianésia, Polícia Civil de Anápolis, Polícia Civil de Aparecida de Goiânia e o Grupo Tático Especial (GT3) da Polícia Civil, reuniu 27 policiais, e culminou na prisão de quatro pessoas, sendo três em Goianésia, e uma em Aparecida de Goiânia.


Segundo a delegada titular do GENARC, Ana Carolina, durante a operação, intitulada Deliveryman, foram cumpridos ainda sete mandados de busca e apreensão em Goianésia, dois em Anápolis e outros em Aparecida.


A delegada informou também, que, em Goianésia, foi cumprido um mandado de prisão, apreendida uma arma de fogo e porções de cocaína. Outras duas armas de fogo foram apreendidas em Aparecida de Goiânia.


“Foi cumprido um mandado de prisão temporário, só que esta pessoa que foi presa cumprindo o mandado, ela também foi presa em flagrante porque foi encontrado drogas com ela. Aqui em Goianésia também foram presos dois irmãos, que são proprietários de um Açaí, usado de fachada para vender cocaína.


Com eles foram encontrados cocaína e uma arma. Também foi preso em flagrante um homem, que seria quem comanda essa associação criminosa, lá em Aparecida de Goiânia, com duas armas de fogo”, informou a delegada.


“Além disso, foram apreendidos três veículos. Uma Hilux em Aparecida de Goiânia, e uma Montana e um Polo em Goianésia. Também foram apreendidas em Goianésia, motocicletas usadas pela associação para o tráfico para a prática do crime. Foram apreendidos também tablets, celulares, cartões bancários e balança de precisão”, esclareceu Ana Carolina.


A operação recebeu o nome de Deliveryman (entregador, em inglês), tendo em vista que a associação para o tráfico se utilizava de um comércio de delivery de açaí como fachada para a venda de entorpecentes. O local onde ficava o comércio possuía diversas câmeras de segurança para  monitorar a movimentação de usuários e policiais. 



 



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