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Jaraguá tem produção de máscaras para Goiás e outras partes do Brasil

A cidade de Jaraguá vive um momento dramático em sua história, principalmente no setor de confecções um dos que mais se ressentiu da crise iniciada em 2015 e ainda não havia se recuperado, quando chegou à pandemia do coronavirus. Hoje a cidade convive com vendas em baixa, demissões e falta de expectativa em curto prazo e para manter as portas abertas muitas empresas estão migrando para a produção de EPI, focado nas máscaras.

De acordo com empresário, Alexandre de Sá (Departamento Jeans), a produção de máscara tem sido um saída para manter as portas abertas “A indústria têxtil, de moda é a primeira a sentir a crise a última a sair. Temos vários funcionários, famílias que dependem de nós e então procuramos um meio de manter a produção e encontramos na produção de Equipamento de Proteção Individua – EPIs. Conseguimos fechar contratos e temos um estoque hoje, com excelente preço, temos condições de atender a todo o país, temos 1 milhão de mascaras inclusive para a atender o Estado de Goiás” comentou.

ASSISTA A REPORTAGEM AQUI https://youtu.be/AE2QIj9dkOs


Com a dispensa de protocolos pela ANVISA para a produção de máscaras por 180 dias, as confecções, como as de Jaraguá, empregam toda tecnologia e mão de obras para driblar a crise. Alexandre de Sá, fala da qualidade do produto feito no Vale do São Patrício. “É uma máscara com tripla camada, regulador nasal, com todos os requisitos” frisou.

Alexandre de Sá, também falou sobre a promessa do Governador Ronaldo Caiado em ajudar a cidade de Jaraguá. “Fiquei muito feliz com a fala do prefeito e do governador, isso pode nos ajudar a manter muitos empregos” completou. O empresário disse que sua empresa está aberta para quem precisar de mascara em qualquer parte do Brasil. A cidade tem capacidade de produzir até 100 mil máscaras por dia.


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