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Goiás terá presídio sem vigilância armada ainda este ano com apoio do Estado

24/04/2022 (13hs25m) - O primeiro presídio sem vigilância armada de Goiás deve ser inaugurado até novembro deste ano. O modelo que já é adotado em outros sete estados chega a Paraúna, cidade que fica a 159 da capital, com a proposta de ressocialização de presos com base espiritual, familiar e profissional. Presidente em Goiás da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), Leandro Gomes Pereira diz que 75% das obras estão concluídas.


A unidade vai abrigar 120 reeducandos em uma rotina diferente dos presídios tradicionais. Leandro explica que as Apacs recebem presos para cumprimento de penas em regimes aberto, semiaberto e fechado. “O diferencial é que estes reeducandos possuem atividades das 6 horas da manhã até 22 horas. A rotina conta com estudos, trabalho, espiritualidade, família. A estrutura física possui salas de aula, biblioteca, cozinha, entre outros para garantir a ocupação e o trabalho.”

Pereira explica que as Apacs são entidades jurídicas sem fins lucrativos, com o objetivo de auxiliar a justiça na execução da pena, recuperando o preso, protegendo a sociedade socorrendo as vítimas e promovendo a justiça restaurativa.


Diretor-geral de Administração Penitenciária de Goiás, Josimar Pires diz que apoia o projeto desenvolvido pela Apac em Paraúna

Promotor em Paraúna, André Luis Ribeiro. Duarte acredita no projeto. Ele diz que mesmo chegando perto da inauguração, entende o preconceito da população.

Duarte explica que uma Apac só recebe o reeducando se ele demonstrar interesse e se atender a uma série de exigências.



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