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Falso Pai de Santo é preso em Goianésia após aplicar golpes de mais de 60 mil contra idosos

23/08/2022 (09hs53m) - Na segunda-feira, 22, a Polícia Civil de Goianésia realizou a prisão de um homem de 51 anos, por ser suspeito de estelionato, gerando prejuízos de mais de R$ 60 mil em idosos da cidade. Ele se passava por assessor de “pai de santo” e prometia resolver os problemas das vítimas. Até o fechamento desta matéria, ao menos três vítimas haviam sido identificadas.


A prisão aconteceu durante a terceira fase da Operação Vetus deflagrada em todo Estado. Em Goianésia a operação foi realizada pelo GEPATRI - Grupo Especial de Repressão a Crimes Patrimoniais, o que culminou na prisão de José Felipe Machado Barbosa, que via sendo investigado desde de junho pelos crimes de estelionatos e extorsões contra idosos.


A polícia explicou que as investigações tiveram início em 23 de junho quando foi informada de um estelionato contra um idoso de 65 anos. Na ocasião, verificou-se que um homem, que se identificou como Felipe, procurou a vítima, oferecendo-lhe trabalho espiritual de um pai de santo (“Pai Antônio”), com a promessa de curá-lo de problemas de saúde.


Acreditando no falso Pai de Santo, o idoso chegou a passar aproximadamente R$ 12 mil a Felipe, para que os trabalhos de cura fossem realizados.


Em uma nova ligação, “Pai José” disse ao idoso que a cirurgia espiritual havia sido feita e que o próximo passo seria terapia medicamentosa, exigindo o pagamento de mais R$ 3.396. A vítima, então, pediu a um parente para sacar o referido valor. No entanto, ele desconfiou que se tratava de um golpe, recusou a realizar a operação bancária e procuraram a Polícia. O idoso repassou em mãos a Felipe mais de a R$ 22 mil.


No decorrer das investigações, a Polícia Civil identificou outras duas idosas que foram enganadas pelo investigado. Até o momento, o prejuízo às vítimas ultrapassa R$ 60 mil.


A divulgação da imagem foi precedida nos termos da Lei n.º 13.869, Portaria n.º 02/2020 - PC/GO e Despacho da Delegada de Polícia responsável pela investigação, considerando o interesse público sobre o privado, o direito à informação e a identificação de outras vítimas. Fonte: Meganésia



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