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Caiado critica Lula e Flávio Bolsonaro, exalta feitos como governador em Goiás e promete chegar ao segundo turno

  • 27 de jul.
  • 2 min de leitura

26/07/2026 (18hs43m) - Ronaldo Caiado (PSD) fez neste domingo (26) seu primeiro discurso como candidato oficial à Presidência da República. Ex-governador de Goiás, ele concentrou críticas no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e em Flávio Bolsonaro (PL), além de apresentar resultados de sua gestão em Goiás, especialmente nas áreas de segurança pública e educação.

A candidatura foi oficializada durante a convenção nacional do PSD, realizada na região central de São Paulo. O partido também confirmou Gilberto Kassab, presidente nacional da legenda, ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro, como candidato a vice-presidente na chapa.


Durante o discurso, Caiado associou o governo Lula à corrupção e voltou a atacar a polarização entre PT e PL. Ao falar de Flávio Bolsonaro, evitou citar diretamente o nome do adversário em alguns momentos e utilizou comparações para questionar sua preparação para disputar a Presidência.


“Caiado no 2º turno é a única alternativa de tirarmos 60 milhões de brasileiros sequestrados pelo PT e pelo narcotráfico. Não adianta você encaminhar um candidato ‘Kinder Ovo’, uma surpresinha todo dia. Não adianta um candidato escolhido por Lula para o 2º turno”, declarou.


Caiado também explorou os índices de rejeição dos principais adversários. Segundo pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira (24), Flávio Bolsonaro aparece com 48% de rejeição, enquanto Lula registra 46%. No cenário de intenção de voto citado, Lula lidera com 40%, seguido por Flávio, com 32%, e Caiado, com 4%.


O candidato do PSD ainda criticou episódios recentes envolvendo Lula e integrantes do campo político de Flávio Bolsonaro e defendeu uma postura de maior firmeza na condução do país.


“Lula insultando a dentadura do Trump, o outro achando que pode intervir na legislação brasileira, o outro vindo do país vizinho para fazer aqui bravatas. Não! Nós não somos aqueles homens frouxos, não”, afirmou.


A referência ao “país vizinho” ocorreu após a participação do presidente da Argentina, Javier Milei, na convenção do PL realizada no sábado (25), quando o argentino manifestou apoio à candidatura de Flávio Bolso

 
 
 

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