• Folha de Jaraguá

Zilomar Oliveira assina concessão de área para a instalação da B.R.A Têxtil em Jaraguá


O Prefeito Zilomar Oliveira assinou na terça-feira, 16 de abril, a documentação para a concessão da área da Goiamido para a instalação da empresa B.R.A Têxtil. A solenidade foi realizada na Prefeitura de Jaraguá, com a presença de empresários, vereadores, convidados e dos diretores da empresa. Serão 20 anos de concessão de uma área de aproximadamente 4 alqueires, com galpão, infraestrutura, água e energia, próximo a GO-080 na saída para Goianésia.

Levi Sebastião Borges, disse que Jaraguá ofereceu todas as condições para o desenvolvimento e crescimento da empresa B.R.A Têxtil, em função de ser um polo de confecções reconhecido e pelo esforço de todos em receber as instalações da fábrica. Ele fez agradecimento especial ao empenho do Presidente da Câmara, Roberto Moreira e ao Secretário de Indústria e Comércio, Henrique Bernardo, além do Prefeito Zilomar Oliveira.

Segundo o Prefeito a empresa estabeleceu um cronograma que terá que ser implantado nos próximos quatro anos. “Este ano será instalada a indústria de gases hospitalar e o campo operatório. No segundo ano, será implantada a indústria de Brim, no terceiro ano a produção de jeans e no quarto ano a implantação da produção de malha e fiação. Acredito que teremos também um fortalecimento do agronegócio, com a produção de algodão” resumiu.

A produção de Brim no primeiro ano deverá alcançar 200 mil metros e progressivamente alcançar 1 milhão de metros produzido no quarto ano após a implantação. No caso do Jeans, no segundo ano terá uma produção de 300 mil metros e no quatro ano deverá chegar também a 1 milhão de metros. Já a produção de gases hospitalar será de 20 toneladas este ano, chegando à 100 toneladas no quarto ano após a instalação. A malharia no quarto ano iniciará com 500 toneladas.

Quanto aos equipamentos a serem instalados, este ano serão 30 teares, uma saforizadeira, uma rama, dois jumbos giga, uma engomadeira e uma caldeira de três mil quilos. Quanto aos empregos diretos na mão de obra, no primeiro ano serão gerados 91 empregos, no segundo ano serão contratadas 78 pessoas, no terceiro ano, serão mais 111 contratos e no quarto ano outros 320 empregos, totalizando 600 empregos conforme o prometido na negociação inicial.

A previsão de faturamento mensal, no primeiro ano é de 2,2 milhões, no segundo ano 6,6 milhões, no terceiro ano o valor sobe para 13,1 milhões e no quarto ano a previsão é de 37,2 milhões de reais. Quanto à parte documental apresentada pela empresa para obter a cessão de uso do terreno, o advogado da prefeitura, Hélcio Filho, atestou que estava tudo em conformidade, assim como todas as certidões negativas apresentadas.

O Procurador Geral, Euclides Neto e o advogado Hélcio Filho salientaram que uma das condições da cessão de uso da área pública é o cumprimento “a risca” do cronograma de trabalho e lembraram que, há uma clausula de reversão. “Se eventualmente a empresa não cumprir alguma das condições impostas, seja nas clausulas de concessão ou no plano de trabalho, o município terá a autonomia para reivindicar e tomar para si a área concedida” concluiu.

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