• Folha de Jaraguá

MP investiga denúncia de suposta nota superfaturada na Prefeitura de Jaraguá


O promotor de justiça, Everaldo Sebastião de Souza confirmou que existe uma investigação em curso para apurar o suposto superfaturamento em uma nota fiscal da secretária de saúde de Jaraguá, do início de 2017, quando o tribunal de contas, permitiu por três meses a dispensa de licitação. O caso veio à tona, em maio de 2018, durante sabatina com o Secretário Municipal de Finanças, Silvano de Oliveira Martins, não ocasião à nota “superfaturada” foi apresentada pelo vereador Leirso Cordeiro. Surpreso o secretário pediu um prazo para examinar a questão e nunca mais tocou no assunto.

Há duas semanas o vereador Leirso Cordeiro (PSB), cobrou uma resposta sobre o assunto. Em uma emissora de rádio o prefeito Zilomar Oliveira (PSDB), disse que estava tudo esclarecido junto ao TCM. Na última semana o vereador, voltou à tribuna para desmentir o prefeito, uma vez que Tribunal de Contas ainda não analisou a questão e, portanto não havia nenhum relatório favorável à administração, ele ainda desafiou o prefeito a mostrar o documento do TCM.

Em entrevista a Rádio Sucesso FM, o promotor Everaldo Sebastião de Souza, disse que ele mesmo, solicitou ao vereador a apresentação da documentação da nota fiscal, supostamente superfaturada e também de outros dois assuntos “Contrato de alugueis e do carro da Ex-secretária de Saúde Fabiana Lopes”. Sobre a última questão o promotor disse que o caso foi esclarecido, porque teria sido um erro de digitação e inserção de dados, já comprovado. Quanto, aos contratos de aluguel e a nota as investigações prosseguem.

Segundo o promotor, os contratos de alugueis estão em analise, alguns bastante elevados e um perito esta fazendo um levantamento para saber se os valores pagos estão de acordo com os cobrados pelo mercado. Sobre a suposta nota superfaturada, de acordo com o promotor, a investigação esta na fase de confronto de preços para constatar se houve ou não o superfaturamento. O representante de Ministério Público frisa que se confirmada a denúncia, embora seja um valor pequeno (33 mil reais), a punição não muda.

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