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  • Folha de Jaraguá

Promotor rebate Luiz Macaúba e diz que secretário fala besteira sobre fiscalização sanitária


O promotor de justiça, Everaldo Sebastião de Souza, em entrevista ao repórter Dude Bill, reagiu às declarações do Secretário Municipal de Desenvolvimento Agropecuário, Luiz Macaúba, que criticou a Vigilância Sanitária e o Ministério Público, quanto à fiscalização de comércios que vendem carnes fora das conformidades legais.

Macaúba sugeriu que o promotor fizesse vista grossa. Everaldo Sebastião disse que ouviu a entrevista com perplexidade e afirmou que o assunto é da área da saúde e não diz respeito à Macaúba, por outro lado cobrou do secretário agilidade na organização das feiras livres.

De acordo com o representante do Ministério Público, Luiz Macaúba não tem a prerrogativa de criar consórcios para resolver a questão do serviço de inspeção sanitária. “Ele (secretário) está falando besteira. Na verdade isso cabe a Secretaria de Saúde e a Vigilância Sanitária. O que o Macaúba deve fazer é tentar organizar as feiras livres, situação que até hoje ele não conseguiu. Inclusive há relatos de crianças levando choque, fios desencapados. Já solicitamos vistoria do corpo de bombeiros, porque as feiras estão sem condições de funcionar, onde sequer há banheiro em condições adequadas” afirmou o promotor.

Everaldo Sebastião de Souza reafirmou que não há apreensões de frangos e queijos, mas sim de carnes suínas e bovinas, vendidas irregularmente, acrescentando que o projeto para regularizar essa questão está parado há 15 anos.

O promotor rebateu ainda outra declaração do secretário. “Também é inverdade dele (Macaúba), quando diz que os demais municípios não estão trabalhando essa questão (fiscalização). Todos os maiores municípios da região já resolveram esse problema há quase 10 anos e aqui em Jaraguá esta tudo no lenga lenga. Isso não se resolve porque a Prefeitura não que resolver” rebateu.

Para o promotor se prefeitura já tivesse criado o Serviço de Inspeção Municipal e incentivado a instalação de frigoríficos, o problema já estaria superado.

Everaldo Sebastião de Souza defendeu a legislação sanitária, que segundo ele, foi baseada em estudos científicos que comprovam os malefícios a saúde humana de carnes comercializadas sem procedência de origem e abatidas de forma inadequada. O promotor finalizou dizendo que se o secretário não respeita a lei, ele esta do serviço errado.

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