• Folha de Jaraguá

Prefeito de Jaraguá pede mais prazo aos professores e ao MP para analisar pagamento do piso


Os professores da rede municipal de educação e o ministério público abriram prazo de cinco dias para o Prefeito Zilomar Oliveira, avaliar a situação financeira do município e responder sobre o pagamento do Piso dos Professores. O entendimento provisório foi construído durante reunião no fórum da comarca de Jaraguá, convocada pelo promotor Everaldo Sebastião de Souza, com os representantes do município e dos professores através do SINTEGO.

Na segunda-feira, 04 de junho, os professores haviam realizado uma paralisação e muitos alunos não tiveram aulas nas escolas municipais. Caso não houvesse a reunião, os professores entrariam em greve. A Professora Rosária Nogueira, Presidente do SINTEGO agradeceu a intervenção do Ministério Público para estabelecer o dialogo entre os professores e a prefeitura, algo que não ocorria há meses e havia inviabilizado qualquer solução.

Rosária Nogueira, disse que espera por parte do Prefeito Zilomar Oliveira, uma proposta viável sobre o pagamento do piso. “As aulas retonaram normalmente até a próxima segunda-feira, dia 10, mas os trabalhadores em educação devem ficar em alerta. Porque após a reunião poderemos encerrar o estado de greve ou entramos em greve dependendo da proposta que o prefeito fizer” avisou.

O Prefeito Zilomar Oliveira, teria alegado durante a reunião, que o cumprimento do Piso dos Professores, irá custar um adicional de 190 mil reais na folha de pagamento da prefeitura. Se o município conseguir esse recurso, seria possível zerar o déficit de 2017 e colocar em dias 2018 nos próximos meses. Mas a justificativa para o não cumprimento do piso seria a queda de arrecadação frente ao aumento de despesas e no momento não haveria de onde a Prefeitura arrumar esse dinheiro, sem uma contrapartida.

O promotor Everaldo Sebastião de Souza reafirmou que não há como o município fugir das suas responsabilidades quanto ao pagamento do piso dos professores, porque é lei e esta deve ser cumprida. O representante do Ministério Público desde o início vem intermediando o dialogo entre os professores e a prefeitura. Everaldo Sebastião de Souza deixou claro que o não cumprimento do pagamento do piso poderá gerar responsabilização ao gestor e até bloqueio das contas da prefeitura.

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